terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Como ir ao Cristo Redentor no Rio de Janeiro


Como ir ao Cristo Redentor no rio de Janeiro?

Principal cartão-postal da cidade, o Cristo foi eleito pelos cariocas como a “Maravilha do Rio”. O monumento fica no alto do morro do Corcovado, a 700 metros de altitude, onde um mirante panorâmico descortina grande parte do Rio de Janeiro. Para chegar lá em cima há duas maneiras: de carro ou de trem. O acesso de automóvel é complicado em função da falta de vagas de estacionamento e excesso de flanelinhas. Prefira o trem - o percurso tem 3.800 metros em meio a jardins temáticos e a viagem dura cerca de 20 minutos. Inaugurada em 1931, a imagem do Cristo Redentor é considerada a maior estátua em estilo art déco do mundo. Visível de diversos pontos da cidade e confeccionada em pedra-sabão, tem 30 metros de altura, 28 metros de uma extremidade à outra e pesa 1.145 toneladas.

Endereço: Rua Cosme Velho, 513
Como chegar ao Cristo Redentor: O acesso ao monumento de carro é feito pela Estrada das Paineiras, depois seguir pela Rua Cosme Velho até a Ladeira dos Guararapes. Na Ladeira, entrar na Rua Conselheiro Lampréia "direita", a partir daí, já na Estrada das Paineiras, seguir as placas indicativas. No alto do Corcovado há estacionamento.
Fone para informações: 21-2558-1329
O Corcovado fica no Parque Nacional da Tijuca, e é um mirante de onde é possível contemplar quase toda a cidade e encontrar um dos mais belos cartões-postais do Rio, o Cristo Redentor.
Inaugurada em 12 de outubro de 1931, a estátua pesa 1.145 toneladas e mede 32 metros de altura (contando com os 8 metros de pedestal, onde há uma capela). No local, há várias lanchonetes e lojas de souvenirs. Para se chegar ao terço principal, há escada rolante e iluminação noturna.
Existe também a possibilidade de fazer a subida por um trenzinho que passa pela Estrada de Ferro do Corcovado, inaugurada por D. Pedro II, em 1884, sendo uma das mais antigas do país. O passeio dura cerca de 20 minutos e o veículo pode transportar até 360 pessoas por hora. Agencia de Turismo Virtual.Visite sempre nosso site para conhecer todos os lugares do mundo.


terça-feira, 14 de julho de 2009

Tudo sobre Foz do Iguaçu

Um dos mais bonitos do mundo para conhecer: Foz do Iguaçu - Brasil no Estado do Paraná








Foz do Iguaçu

Foz do Iguaçu é é um centro turístico e comercial do extremo sudoeste do Paraná. Está nas margens das Cataratas do Iguaçu, e por isso tornou-se um centro turístico com atrativo internacional. Abriga um parque nacional e que faz divisa com outro semelhante, do lado argentino. Mas é também um movimentado centro de compras graças a sua ligação rodoviária com Ciudad del Este,o paraíso dos sacoleiros.

Outro fato que movimenta a cidade é a usina hidrelétrica de Itaipu, uma obra que associou o Paraguai e o Brasil em sua construção e que modificou fortemente a paisagem e estrutura produtiva da região ao inundar enormes áreas para abrigar o lago da represa.
Veja o video abaixo sobre Foz do Iguaçu:


video





A palavra Iguaçu significa "água grande", na língua tupi guarani. O rio nasce na Serra do Mar e deságua no rio Paraná. São 275 quedas e em tempo de cheia viram uma coisa só. Os grandes saltos são 19, apenas três do lado brasileiro. A melhor visão das quedas está do lado brasileiro. Devido à posição das quedas é possível ver todas de uma vez só do lado brasileiro.


Parque Nacional do Iguaçu- é uma das maiores reservas florestais da América do Sul e um dos últimos locais de proteção ambiental do Estado. Em 17 de novembro de 1986 foi tombado como PATRIMÔNIO NATURAL DA HUMANIDADE. O acesso ao parque é feito a partir de Foz do Iguaçu, pela BR 469 até as Cataratas.



Itaipu - A palavra ITAIPU origina-se do tupi-guarani e significa "a pedra que canta". Sua construção é uma das maiores obras feitas pelo homem. A visita à Central Hidrelétrica de Itaipu é gratuita. Inicia-se com a projeção de um documentário e tem duração média de uma hora e meia. Os horários de visitação são: de segunda-feira a sábado, às 08h, 09h e 10h / 14h, 15h e 16 horas.

Macuco - o passeio inicia-se na Trilha do Macuco través de carretas abertas puxadas por jipes 4x4. Em seguida, desce-se uma escadaria que dá acesso ao rio Iguaçu, onde barcos infláveis bi-motores aguardam para um passeio em direção às Cataratas do Iguaçu.Os pilotos experientes manobram em meio às cachoeiras molhando todo mundo. É irado. O passeio dura 1 hora e 45 minutos, com saídas a cada 15 minutos.

Vôo sobre as cataratas - O serviço é oferecido por uma empresa particular dentro do Parque Nacional do Iguaçu. O helicóptero sobrevoa as quedas durante sete a dez minutos. Há três opções de passeio a escolher:1) vôo sobre as Cataratas,2) sobre o Parque Nacional e as Cataratas e 3) vôo sobre a Hidrelétrica de Itaipu, Marco das Três Fronteiras e Cataratas.

O Parque das Aves - Tucanos, araras, periquitos e outras aves tropicais pousam a poucos metros do visitante, tornando a visita inesquecível. É o local perfeito para fotografar e conhecer as aves existentes no Brasil.Outras grandes atrações incluem um borboletário, viveiro de beija-flores e setor de répteis, onde cobras e jacarés ficam a poucos metros dos olhares atentos e curiosos dos turistas.

Marco das Três Fronteiras - obelisco construído em pedra e cimento e pintado com as cores nacionais, estabelece o limite territorial e a soberania do Brasil com a Argentina e o Paraguai. O Marco representa um ponto de atração turística dos mais singulares da cidade.
Cataratas de Iguazú - localizadas entre o Brasil e a Argentina e dentro do Parque Nacional Iguazú, as Cataratas representam a principal atração turística de Puerto Iguazú. Passeio Superior: Com aproximadamente 700 metros de comprimento e duração de 30 minutos. Passeio Inferior: O passeio tem um percurso de aproximadamente 1 Km, com duração entre 1 e 2 horas de caminhada.

Ilha de San Martin - Passeio feito com um barco que cruza o rio até a ilha de San Martin durante o dia. Chegando a ilha, percorre-se uma escadaria onde há um acesso a três pontos panorâmicos: Salto San Martin, Garganta do Diabo e La Ventana.

Ciudad Del Este - Segunda maior cidade do Paraguai , conta com cerca de 100.000 habitantes e representa um centro comercial de grande destaque, com importação de produtos de todo o mundo. É o paraíso dos sacoleiros.


sexta-feira, 3 de julho de 2009

Turismo As Muralhas da China




Turismo As Muralhas da China


Grande Muralha da China


A fortaleza toma conta do horizonte. Para a direita, espalha-se no topo das montanhas, esconde-se cinzenta pela vegetação que cobre a serra e, de repente, surge imponente. Para a esquerda, sobe a pique o morro, apequenando tudo que a cerca. A Grande Muralha da China, onde outrora guerrearam hunos, mongóis e manchus, agora é palco de outro desafio, pacífico, festivo: uma maratona.


Na praça Yin Yang, ao pé da muralha em Huangyaguan, a três horas de viagem de Pequim, um punhado de corredores vindos de 30 países espera a hora da largada. A eles foi reservado um pequeno trecho dos mais de 6.000 quilômetros da fortificação, que se espalha de leste a oeste pelo norte da China. Breve, mas perigoso: tem mais de 1.700 degraus de tamanhos diversos, áreas semidestruídas e locais com risco de desabamento.


Às 7h30, com o sol começando a vencer as nuvens, é dada a largada. Disparam cerca de 500 pessoas que enfrentariam distâncias diversas, dos 42.195 metros da maratona completa a 10 km, todas com trechos sobre a muralha. Meia hora depois, sairiam os participantes da prova de 5 km.


O início é fácil, plano. Mas logo os corredores passam sob um pórtico colorido e começa a subida da montanha. Depois de quase cinco quilômetros pelo asfalto, uma forte rampa calçada com rochas leva a um pequeno pórtico, onde uma placa de ferro diz o óbvio: entrada da Grande Muralha. A partir dali, todos correm sobre a fortificação que um dia guardou as fronteiras do Império chinês.


Essa parte da muralha foi construída há mais de 1.400 anos. Estende-se por cerca de 40 quilômetros, no topo das montanhas que se espraiam de leste a oeste pelo norte chinês. Ali, fica em média mais de 700 m acima do nível do mar. O trecho em Huangyaguan inspirou um ditado chinês: "Se um homem guardar a passagem, 10 mil não conseguirão entrar".


Além dessa área, outros trechos da muralha foram colocados em condições de receber turistas --os mais conhecidos e visitados ficam a cerca de uma hora de viagem de Pequim.


O de Huangyaguan foi recuperado no final da década de 80, e a parte aberta ao turismo tem pouco mais de três quilômetros.


As primeiras escadarias são uma beleza, com degraus em tijolos cinzentos. Os pontos de descida mais íngreme estão marcados com tinta branca. Mas nada avisa que, apesar de terem a mesma profundidade, os degraus em cada lance não são da mesma altura.


Apesar de difícil, o percurso é mais ou menos normal até a torre que marca o ponto mais alto do percurso sobre a muralha, cerca de cem metros acima do local em que os corredores entraram. A partir daí, o piso é de rochas irregulares. As passagens são estreitas, as descidas são íngremes e em vários pontos não há paredes.


Começam os trechos de fila indiana. Encostados no paredão, agarrados a um corrimão improvisado, os corredores tentam ficar o mais longe possível do lado onde não há proteção --as paredes da muralha têm em média dez metros de altura e depois ainda há muito morro para cair...


Nesse ritmo, procurando fugir de acidentes e ao mesmo tempo seguir o mais rápido possível, os maratonistas finalmente chegam ao fim do primeiro trecho. Saem da muralha, mas ainda estão no alto da montanha e precisam descer uma trilha pedregulhosa e escorregadia, com degraus irregulares cortados na montanha.


No final da descida quase a pique, os atletas voltam à cidadela onde tudo havia começado. Estão no asfalto, disputam espaço com carros, caminhões e ônibus. Correm sem proteção, cuidando para ficar no acostamento e fugir dos motoristas chineses, que parecem adorar a buzina e também são fãs da velocidade.


Logo saem do asfalto e correm em uma estreita estrada de chão batido, que margeia um rio agora seco, vazio. No leito sem água, um pastor leva suas cabras pelas pedras. Do outro lado do ex-rio, casas simples e pequenas lavouras desafiam o terreno íngreme.


E assim os corredores chegam ao primeiro vilarejo que vão atravessar no percurso fora da muralha, Duanzhuang. É uma comunidade rural pobre, mas sem favelas à vista. As casas pequenas, de tijolos, se empilham em ruelas que cruzam a via principal.


Nas soleiras das portas, moradores acompanham a passagem dos corredores. As crianças fazem a festa, cumprimentam os visitantes, gritam um "hello" cantado, a que os estrangeiros respondem com "ni hao!" em chinês castiço.


Fora da área urbana, há plantação dos dois lados da estrada. De vez em quando, ouve-se o canto de um pássaro tal qual os relógios: "Cuuu-co". Trata-se do próprio cuco, "bu qu" para os íntimos, cujo nome completo é "bu qu liao".


Em outro vilarejo, ao lado da agricultura, a criação de porcos é fonte de renda. À beira da estrada, grandes chiqueiros, antes da entrada da cidade. Diferentemente do que acontece no interior brasileiro, a comunidade não se forma a partir da igreja. Na região chinesa, escola e hospital são os prédios maiores, mais enfeitados.


Mais à frente, os corredores separam-se. Os da meia maratona começam seu retorno, os que vão cumprir 42,195 quilômetros seguem. Terão ainda muito asfalto solitário, subidas fortes, longas descidas em areião. Do ponto mais alto do percurso, no km 22, vêem as montanhas ao longe, o rio, campos limpos e lavoura.


É hora de segurar as forças. O sol já queima, o calor e a umidade aumentam o cansaço, os atletas procuram as raras sombras no caminho para facilitar a volta, diminuem o ritmo --alguns caminham de quando em quando.


Mas todos, em melhor ou pior condição, acabam chegando de volta à cidadela e ao torreão que marca o retorno à muralha.


Farão agora o caminho inverso do enfrentado quando começaram a prova. Terão de escalar a montanha e novamente enfrentar 1.750 degraus de todos os tipos e tamanhos. Não poucos vão de gatinhas, outros buscam o suporte do paredão para erguer o corpo.


Esgotados, atletas sentam nos degraus, em que camelôs aproveitam para oferecer frutas da região --principalmente uma espécie de pêra, muito branca, mas sem gosto. Cinco yuans valiam mais de meia dúzia de frutas.


Subindo e descansando, finalmente os corredores avistam, lá do alto, a estrada que vai levá-los ao ponto final. Agora é só morro abaixo. E soltam o freio nesses derradeiros quilômetros, para chegarem felizes, cada um o próprio herói, à praça Yin Yang. Ganham medalha, aplauso e festa. E levam o dragão no coração.


Outro ponto de vista:


Muralha da China


A chamada Muralha da China, ou Grande Muralha, é uma impressionante estrutura de arquitetura militar construída durante a China Imperial.
Embora seja comum a idéia de que se trata de uma única estrutura, na realidade consiste em diversas muralhas, construídas por várias dinastias ao longo de cerca de dois milênios. Se, no passado, a sua função foi essencialmente defensiva, no presente constitui um símbolo da China e uma procurada atração turística.
As suas diferentes partes distribuem-se entre o Mar Amarelo (litoral Nordeste da China) e o deserto de Góbi e a Mongólia (a Noroeste).


A muralha começou a ser erguida por volta de 220 a.C. por determinação do primeiro imperador chinês, Qin Shihuang (também Qin Shi Huangdi, Ch'in Che Huang Ti, Shih Huang-ti ou Shi Huangdi ou ainda Tchi Huang-ti). Embora a Dinastia Qin (ou Ch'in) não tenha deixado relatos sobre as técnicas construtivas que empregou e nem sobre o número de trabalhadores envolvidos, sabe-se que a obra aproveitou uma série de fortificações construídas por reinos anteriores, sendo o aparelho dos muros constituído por grandes blocos de pedra, ligados por argamassa feita de barro. Com aproximadamente três mil quilômetros de extensão à época, a sua função era a de conter as constantes invasões dos povos ao Norte.
Com a morte do imperador Ch'in, iniciou-se na China um período de agitações políticas e de revoltas, durante o qual os trabalhos na Grande Muralha ficaram paralisados. Com a ascensão da Dinastia Han ao poder, por volta de 205 a.C., reiniciou-se o crescimento chinês e os trabalhos na muralha foram retomados ao longo dos séculos até ao seu esplendor na Dinastia Ming, por volta do século XV, quando adquiriu as atuais feições e uma extensão de cerca de sete mil quilômetros, estendendo-se de Shanghai, a leste, a Jiayu, a oeste, atravessando quatro províncias (Hebei, Shanxi, Shaanxi e Gansu) e duas regiões autônomas (Mongólia e Ningxia).
A magnitude da obra, entretanto, não impediu as incursões de mongóis, xiambeis e outros povos que ameaçaram o império chinês ao longo de sua história. Por volta do século XVI perdeu a sua função estratégica, vindo a ser abandonada.
No século XX, na década de 1980, Deng Xiaoping priorizou a Grande Muralha como símbolo da China, estimulando uma grande campanha de restauração de diversos trechos que, entretanto, foi questionada. A requalificação do monumento para o turismo sem normas para o seu adequado usufruto, aliado à falta de critérios técnicos para a restauração de alguns trechos (como o próximo a Jiayuguan, no Oeste do país, onde foi empregado cimento moderno sobre uma estrutura de pedra argamassada, conduzindo ao desabamento de uma torre de seiscentos e trinta anos), gerou várias críticas por parte de preservacionistas, que estimam que cerca de dois terços do total do monumento estejam em ruínas.


Por não se tratar de uma estrutura única, as características da Grande Muralha variam, de acordo com a região em que os diferentes troços se inscrevem. Por exemplo, perto de Beijing, os muros foram construídos com blocos de pedras de calcário; em outras regiões, podem ser encontrados o granito ou tijolos no aparelho das muralhas; nas regiões mais ocidentais, de desertos onde os materiais são mais escassos, os muros foram construídos com vários elementos, entre os quais faxina (galhos de plantas enfeixados). Em geral os muros apresentam uma largura média de sete metros na base e de seis metros no topo, alçando-se a uma altura média de sete metros e meio. Segundo anunciaram cientistas chineses em abril de 2009, o comprimento total da muralha é de 8.850 km.
Além dos muros, em posição dominante sobre os terrenos, a muralha compreende ainda elementos como portas, torres de vigilância e fortes.
As torres, cujo número é estimado por alguns autores em cerca de quarenta mil, permitiam a observação da aproximação e movimentação do inimigo. As sentinelas que as guarneciam serviam-se de um sistema de comunicações que empregava bandeiras coloridas, sinais de fumaça e fogos. De planta quadrada, atingiam até dez metros de altura, divididas internamente. No pavimento inferior podiam ser encontrados alojamentos para os soldados, estábulos para os animais e depósitos de armas e suprimentos.
Os fortes guarneciam posições estratégicas, como passos entre as montanhas. Eram dotados de escadas para a infantaria e de rampas para a cavalaria, funcionando como bases de operação. Eram dominados por uma torre de planta quadrada, que se elevava a até doze metros de altura, e defendiam grandes portões de madeira.


Afirma-se que a Grande Muralha é a única estrutura construída pelo Homem a ser vista da Lua. Isso, porém não é verdade.
Acredita-se que os trabalhos na muralha ocuparam a mão-de-obra de cerca de um milhão de homens (duzentos e cinqüenta mil teriam perecido durante a sua construção), entre soldados, camponeses e cativos.
Calcula-se que a Grande Muralha tenha empregado cerca de trezentos milhões de metros cúbicos de material, o suficiente para erguer cento e vinte pirâmides de Queops ou um muro de dois metros de altura em torno da Linha do Equador.
A Muralha da China após concurso informal internacional em 2007, foi considerada uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo.
Outro ponto de vista:
A China está de braços abertos para receber turistas do mundo todo. Especialmente nos últimos dias, por causa dos Jogos Olímpicos. Apesar de algumas barreiras com o idioma e de ainda conservar algumas rígidas regras culturais, o país tem tudo para fazer a maior, melhor e mais bonita Olimpíada que se já viu. Isso ficou claro na cerimônia de abertura, em que o mundo se encantou com o espetáculo de cores e sons proporcionado. Mas o mais bonito disso tudo foi ver povos de costumes totalmente distintos, que não falam o mesmo idioma e que não têm a mesma crença, se confraternizando e tentando se comunicar, seja com a boca, com as mãos ou com o olhar.Tão diferentes de nós ocidentais, os chineses estão se esforçando. Nota-se no rosto de cada um, seja ele de Pequim ou de outra região, que realmente querem interagir, trocar experiências e, de alguma forma, ajudar os turistas que cruzaram o mundo para chegar até aqui. Até para melhorar o poluído ar da capital eles se mobilizaram - apenas 50% dos carros circulam pelas ruas de Pequim durante a Olimpíada e as fábricas estão paradas. Medalha de ouro para eles!Sem ingresso para as competições, estou curtindo a Olimpíada nas ruas. Nas poucas horas que fiquei no centro de Pequim no dia da cerimônia, muitos chineses me observaram, outros arriscaram sorrisos e tchauzinhos, alguns pediam para tirar fotos (ou simplesmente tiraram sem pedir) e uns poucos, mais “desinibidos”, sentaram para tentar conversar. Foi o que fez o jovem Lian, que, num esforçado inglês, perguntou se poderia ser meu amigo. Depois do nosso papo e da amizade aceita, ele pediu licença e disse que era hora de ir embora. Sem dúvida alguma, essa experiência foi, principalmente para ele, uma grande ruptura na barreira que ainda existe entre o Oriente e o Ocidente. Viva a globalização! Viva a Olimpíada! Neste eufórico clima olímpico, visitei belíssimos pontos turísticos de Pequim, como a gigantesca Praça Tiananmen - a maior do mundo - e a Cidade Proibida, onde 24 Imperadores moraram durante algumas dinastias dos antigos tempos da China.Mas a China não seria a mesma se não fosse cortada, de leste a oeste, pela Grande Muralha. A maior obra que o homem já construiu se estende por mais de 6 mil quilômetros e começou a ser erguida em 220 a.C, aproveitando outras construções que já existiam, com a finalidade de proteger a China de invasões de tribos da Mongólia.Visitar a Muralha é algo inexplicável. É como se estivesse fazendo parte de toda a história que ela tem para contar. A cada torre que fica para trás com um (ou mais) simpático chinês dentro - vendendo água, fazendo a segurança, jogando cartas, dormindo ou simplesmente vendo o tempo passar – um novo capítulo desse monstro de pedra começa. Em quatro horas, percorri oito quilômetros e passei por 30 torres. Mesmo cansado do sobe e desce das montanhas, não consegui parar de sorrir por ter passado um domingo tão especial sobre essa real maravilha do nosso planeta.Para visitar a MuralhaA Muralha da China, pelo seu tamanho, pode ser acessada por diversos pontos. Desde Pequim, há três pontos principais para quem quer visitar essa maravilha:1) Badaling – parte da Muralha que foi reconstruída. Fica a 40 quilômetros de Pequim e é o ponto mais turístico e estruturado. 2) Mutianyu – parte antiga que fica a aproximadamente 60 quilômetros de Pequim. A caminhada é considerada de nível médio no que se refere à dificuldade. 3) Jinshanling to Simatai – trekking de oito quilômetros entre essas duas regiões da Muralha da China. O início está a 110 quilômetros de distância de Pequim. Subidas e descidas íngremes durante o percurso de quatro horas, passando por partes conservadas e ruínas da Muralha. Pode ser finalizada com uma tiroleza (essa foi a minha opção). De Pequim sigo para Xian. Na semana que vêm já estarei no Japão. Não perca minha chegada na Ilha mais famosa do Oriente


terça-feira, 16 de junho de 2009

Estátua da Liberdade Nova York Estados Unidos Turismo

Estátua da Liberdade - Ponto Turístico

A Estátua da Liberdade foi dada ao povo americano pelo povo francês, há mais de 100 anos, em reconhecimento à amizade estabelecida durante a Revolução Americana. Com o passar do tempo, além desta amizade passou a simbolizar também liberdade e democracia.

O escultor Frederic Auguste Bartholdi foi designado para fazer o desenho da escultura em 1876 para comemorar os 100 anos da Declaração da Independência Americana.

Sendo um projeto de colaboração mútua, America e França acordaram que o povo americano construiriam o pedestal e os franceses seriam responsáveis pela montagem nos Estados Unidos. Entretanto, o caixa estava baixo nos dois países. Para arrecadar o dinheiro, a França utilizou impostos, várias formas de entretenimento e loteira, entre outras formas. Nos Estados Unidos, espetáculos teatrais beneficentes, exibições de arte, leilões prêmios ajudaram a providenciar os fundos necessários.

Enquanto isso, na França, Bartholdi solicitava a ajuda de um engenheiro para resolver questões estruturais associadas ao design, como a enorme estrutura de cobre. Alexandre Gustave Eiffel (designer da Torre Eiffel) foi contratado para desenvolver a estrutura que permite que a caa de cobre movimente-se independentemente e ainda se mantenha em pé. Na América, a arrecadação de dinheiro estava indo devagar, então Joseph Pullitzer (conhecido pelo prêmio Pullitzer), abriu o editorial de seu jornal "The World) em apoio e sua campanha foi bem sucedida).

O financiamento do pedestal foi completo em agosto de 1885 e a construção do pedestal terminou em abril de 1886. A estátua ficou pronta na frança em julho de 1884 e chegou a Nova York a bordo da fragata francesa "Isere". No caminho, a estátua foi reduzida a 350 peças e encaixotada em 214 volumes. Demorou quatro meses para ser remontada em seu pedestal.

Em 28 de outubro de 1886, a inauguração aconteceu emfrente de milhares de espectadores. O então presidente Grover Cleveland aceitou a Estátua em nome do povo e disse "(…) Não esqueceremos que a Liberdade fez daqui sua morada; nem que seu altar não será neglicenciado.(...)"

Foi um presente por um centenário com dez anos de atraso.

Há 25 janelas na coroa, simbolizando as pedras preciosas encontradas na terra e os raios celestes brilhando sobre o mundo. Os sete raios da coroa simbolizam os sete mares e continentes. A placa que carrega na mão esquerda tem escrito 4 de julho de 1776 em algarismos romanos. O peso total de cobre da estátua é de 31 toneladas e o peso total de ferro, 125 toneladas. O peso total da fundação de concreto é 27 mil toneladas.Ventos de 50 milhas por hora (aprox. 80 km) provocam na estátua uma oscilação de aproximadamente 7.5 cm e na tocha, aproximadamente 12.70 cm.

Big Ben em Londres Turismo

Big Ben é um dos cartões-postais da Inglaterra; turismo gera 85 bilhões por ano diretamente para a economia britânica
Ícone londrino, Big Ben completa 150 anos
Em 31 de maio de 1859 começava a funcionar um dos maiores ícones de Londres: o Big Ben, o relógio do palácio de Westminster (sede do Parlamento britânico), grande símbolo de identificação da cidade.
O apelido Big Ben hoje se refere ao sino, ao relógio e à torre que os abriga, mas originalmente foi dado ao sino.
A origem do apelido tem duas explicações possíveis: uma homenagem a sir Benjamin Hall, ministro de Obras Públicas entre 1855 e 1858; ou um tributo a Ben Caunt, campeão de boxe nos anos 1850. A opção mais provável é a primeira.
Hoje, 150 anos depois, as histórias e curiosidades envolvendo o Big Ben são contadas a londrinos e turistas com o mesmo entusiasmo.
Quem lê em inglês pode conferir várias delas no website dos 150 anos do relógio, www.bigben.parliament.uk, que também inclui um jogo on-line onde o internauta precisa limpar um dos discos do Big Ben antes da próxima badalada.
Uma das curiosidades é o fato de dois sinos terem rachado em pouco tempo. O primeiro sino foi construído em agosto de 1856 e testado diariamente até outubro de 1857, quando uma rachadura de 1,2 metros apareceu no metal.
O segundo sino foi feito em 10 de abril de 1858, 2,5 toneladas mais leve que o primeiro. Por conta de suas dimensões, ele teve de ser virado para ser colocado na torre, numa operação de 30 horas.
O sino tocou pela primeira vez em 11 de julho de 1859, mas outra rachadura impediu que o relógio badalasse as horas. Foram quatro anos até que uma solução fosse encontrada, e o sino vem anunciando as horas sem problemas desde então.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Oque devo conhecer em Paris?










Paris


























A melhor maneira de conhecer Paris é à pé, andar e respirar o arzinho francês; seus aromas, seus sabores, ... a melhor coisa do mundo! O metrô nos leva longe e é bem eficiente.






Paris pass











Uma ótima dica para economizar é comprar pela internet e com antecedência o seu Paris Pass!
O Paris Pass é um cartão que possibilita acesso direto sem filas para visitar mais de 60 atrações, como o Louvre, Museu D´Orsay, Picasso, as Torres de Notre Dame, Arco do Triunfo, Museu Grevin, Palácio de Versailles (imperdível!) etc. além de transporte grátis e até um celular para receber ligações!
Incluídos também: Chateau de Chantilly, Musée de la Mode, Opera Garnier, cruzeiro pelo Sena, além de descontos em restaurantes e lojas como Galleries Lafayette, etc.
De 2, 4 ou 6 dias, consecutivos...Uma dica é começar a usá-lo pela manhã, para aproveitar bem.
Economize e evite filas com o acesso preferencial que o Paris Pass possibilita.











Torre Eiffel

Paris a Cidade Luz











O marco mais famoso de Paris foi construído por Gustave Eiffel para a Exposição Mundial de 1889, centenário da Revolução Francesa. Com 318 metros 10.100 toneladas, este é o monumento mais lembrado no mundo e o mais visitado da Europa! Se você não subiu na Torre Eiffel, você não foi à Paris.. Boutiques e restaurantes fazem o programa inesquecível! Se você estiver cheio da energia, suba pelas escadas até a 3ª plataforma. O mais sensato é pegar o elevador, e tirar mil fotos... A vista parece cartão postal, liinda! E muito, muito romântica!! O passeio é obrigatório! Prepare-se para grandes filas, principalmente nos fins-de-semana, e nossa dica é ir na 2ª ou 3ª feira às 9hs da manhã. Preços: € 3,50 a € 9,90 adultos e € 5,30 crianças até 12 anos. (Tel. 01 44 11 23 23 )











Champs Elysées
A avenida mais famosa do mundo, foi criada em 1667 pelo paisagista André Le Nôtre, onde se encontra o famoso Arco do Triunfo. Toda arborizada,com vários cafés, restaurantes e lojas hoje em dia um passeio bem de turista, mas obrigatório. Se estiver em Paris dia 14 de Julho aproveite a festa da Queda da Bastilha, com desfiles e fogos na avenida mais bonita do mundo!











Arco do Triunfo


Inspirado no Arco de Titus, esse monumento no coração de Paris foi planejado por Napoleão para celebrar suas vitórias militares. O Arco foi concluído em 1836 e é um dos grandes marcos de Paris, afinal ali está a famosérrima Champs Elysées! Existe um museu no seu interior e em homenagem ao Soldado Desconhecido, onde uma chama é acesa diariamente as 6:30 da noite. Iluminado fica um show! Acorde, sim, você está em Paris! De lá partem 12 avenidas, uma verdadeira loucura para os motoristas . Visitas das 9:30 às 23:00hs. (Place Charles-de-Gaulle, metrô Charles-de-Gaulle, Etoile, e o tel. 01 55 37 73 77)







Notre Dame



























Esta catedral maravilhosa à beira do Sena é um dos marcos de Paris! Gótica, começou a ser construída em 1163, na Idade Média! Foram 170 anos de trabalho de milhares de arquitetos e artesãos medievais. Foi erguida sobre um templo romano e concluiída em 1330. Repare nos mais belos vitrais (do século XIII) ao fundo!! Vários reis e rainhas foram ali coroados e também foi palco de violência, quando foi saqueada por revolucionários, que transformaram em depósito de vinho. Sendo recuperada e restaurada na época de Napoleão. É a famosa catedral do "Corcunda de Notre Dame", linda! Missa aos dominfos às10 hs. da manhã e às 17:30 você pode ouvir tocar o precioso órgão de 7.800 tubos...uau! Vale a pena subir seus 422 degraus e avistar lá do alto as famosas gárgulas de pertinho e a mais linda das cidades! (O endereço :Place du Parvis-Notre Dame, metrô Saint-Michel)



Ópera Garnier



Finalizada em 1875 a Ópera Garnier é um show! Um passeio obrigatório, para quem aprecia maravilhosos ballets, concertos de esplêndidas orquestras ou óperas inesquecíveis!! As visitas durante o dia para conhecer o teatro também valem a pena, porque é o máximo! Não perca a pintura do teto maravilhosa, feita por Chagall ! (O end. Place de l'Opéra)






Saint-Chapelle









É uma das jóias de Paris, erguida pelo rei Luís IX, que por ter comprado a coroa de espinhos, (supostamente usada por Cristo, entre outras relíquias) construiu para abrigá-las. Observe o teto azul pontilhado de estrelas, que maravilha! Possui uma luz indescritível de seus 15 vitrais retratando cenas religiosas como um caleidoscópio. Imperdível! (O endereço é 4 Blvd.du Palais., metrô Cité, Saint- Michel)









Place des Vosges






Prepare-se para conhecer a mais charmosa praça do mundo! Foi cenário de muitos episódios históricos. São 36 casas, sendo 9 de cada lado. Sua arquitetura está intacta há 400 anos e é lá a famosa casa de Victor Hugo. O poeta e escritor francês viveu na maior casa da praça (até 1848) .É possível visitar sua casa,que virou um museu. Aproveite para sentar em um dos bancos e refletir... (Metrô Bastille, Saint-Paul)






Palais Royal





Um espaço verde com mais de 500 árvores, bem no centro da cidade. Construído em 1630 a pedido do cardeal Richelieu, perdeu mais da metade de seu terreno no fim do século 18, com a construção de 60 casas que ladeiam a área verde. Hoje, as casas abrigam lojas e restaurantes. Próximo do Louvre, no coração de Paris, os jardins do Palais Royal formam um oásis de tranqüilidade, gostoso para pasear.( O end. Place du Palais Royal, rue de Montpensier, rue de Beaujolais, rue de Valois)



Place Vendôme
Uau, como Paris é chic! Aqui se encontram as mais prestigiadas joalherias e bancos do mundo! Teve moradores ilustres como Chopin (em 1848). Elegantésima desde o século XVIII, vale uma visita ou, quem sabe, uma estadia no Hotel Ritz. (Metrô Opera)









Conciergerie






É um prédio bonito e bem conservado, do século XI, que virou prisão, tendo durante a Revolução Francesa mais de 2.600 presos, inclusive Maria Antonieta! De lá também saíram Danton e Robespierre para a guilhotina...Visite a esplêndida Salle des Gens dÁrmes, em estilo gótico, onde viviam os guardas e faça um tour para ver a cela da rainha. Aberto das 10 às 17 hs. Tarifas 6,10 e 4,10 ( Entrada principal de la Conciergerie boulevard du Palais)







Place de La Concorde







Chegando à Concorde, não perca a Grande Roda-Gigante!! Inaugurada em 2000 faz qualquer um viajar voltar à infância... lá de cima o maior visual sobre a Cidade-Luz!






Passeios de Segway









City Segway Tours: a maior novidade de Paris! Imagine que delícia passear neste veículo do futuro, tipo Jetsons!! É muuuito divertido, você verá Paris com outros olhos! (Grupos de no mínimo 8 pessoas) pela torre Eiffel, Tumba de Napoleão, Louvre, Champs Elysées, Ecole Militaire, Museu Rodin, Les Invalides, Place de la Concorde, Museu D´Orsay , La Madeleine e mais! Passeios de 4-5 horas, com guia, por € 70 por pessoa. Demais, imperdível! ( O end. 24, rue Edgar Faure, tel. 01-56 58 10 54)






Sacré- Coeur

Essa basílica é um dos cartões postais de Paris, que pode ser visitada e virou um point lotado de turistas. Construída entre 1876 e 1910, lá de cima tem-se uma espetacular vista da cidade, um lugar realmente especial! ( O end. pl. du Parvis du Sacré Coeur métro:Anvers.)






Place de la Bastille













Há certos lugares em Paris que são interessantes, nos fazem sentir sua história e alguns de seus capítulos mais marcantes, como a Revolução Francesa. Você tem que pelo menos passar pela famosa Bastilha...Lá foi a antiga prisão, tomada em 14 de Julho de 1789 e seus prisioneiros libertados, e hoje é uma praça que tem muitos cafés e a imponente Ópera de Paris Bastille, toda moderna!





Pontes de Paris











As pontes de Paris são lindas e cada uma tem características próprias. Respire fundo, tire muitas fotos, são lindas! A nossa preferida: Pont Alexandre III, Pont Neuf, Saint Michel












Jardin du Louxembourg



















O parque é dos lugares mais gostosos e charmosos de Paris! Tem um lindo lago no centro e lá é possível alugar veleiros de controle remoto para navegar no "Grand Bassin"( lago), onde as pessoas tomam sol no verão. Há belas estátuas do século XIX e muitas, muitas castanheiras! Quadras de tênis, e ciclovia, uma delícia! ( Fica entre rue Guynemer e Blvd. Saint-Michel -75006)











Velib Aluguel de Bicicletas














Que delícia pedalar por Paris, curtir seus jardins, sair num dia de sol, o ventinho da bicicleta, muito bom.! A nova mania de Paris, começou dia 15/Julho/2007 com 10.000 bicicletas, projeto da da Prefeitura, espalhadas em pontos pela cidade. Para alugar uma bicicleta fazemos um cartão na máquina, (1 por pessoa) pagando com cartão de crédito. Aí é só pegar sua Velib e sair por aí e devolve-la não importa em qual estação. Os primeiros 30 minutos são grátis. Não é permitido andar nas calçadas e sim nas ciclovias e ruas. Cuidado com os motoristas franceses. Tarifas desde 1 € por dia ou 5 € por semana.







Passeios de Barco






Passear pelo Sena de barco é das coisas mais românticas e gostosas num belo dia de sol! A vista é variada, passando por vários monumentos, que vistos por outros ângulos dão belas fotos! Saindo do Pont- Neuf o destino é a Torre Eiffel, que depois retorna, voltando para Ile-de Saint Louis, passando pela Notre Dame, que depois retorna à Pont Neuf. O passeio dura 1 hora.





Collège des Bernardins



Inaugurado em Setembro de 2008 é um espaço em Saint Germain para artes plásticas, música, cinema, pesquisas e debates para igreja católica e a sociedade com exposições, concertos de música sacra, etc. Aberto diariamente das 10 às 18hs.( 20 rue de Poissy- 75005, metrôCardinal Lemoine, Maubert-Mutualité).





Parc André-Citroën




Imagine um lindo parque futurista, Paris também tem destas coisas, criando grandes contrastes ! Situado à beira do Sena, nas antigas instalações da fábrica de carros Citroën, possui um lindo gramado, 6 jardins e várias fontes, onde é possível, imagine: Voar num balão!....Demais! A 150m até as crianças podem ir.. Tarifas e horários dos balões. Alugue cadeiras e tome um delicioso sorvete, com uma vista incrível. (O end.Quai André-Citroën, 2, rue de la Montagne de la Fage - 75015 Paris -, metrô Balard ou Javel)


















































































quarta-feira, 11 de março de 2009

Coliseu de Roma


Coliseu de Roma
Coliseu de Roma: diversão e lutas de gladiadores
Principais características do monumento
O Coliseu foi construído durante o Império Romano, entre os anos 70 e 80 da nossa era, durante os governos dos imperadores Vespasiano e Domiciano.
Localiza-se em Roma (capital da Itália).
Este anfiteatro era utilizado como palco de lutas de gladiadores, espetáculos com feras e até batalhas navais, pois o Coliseu possuía um sistema que transformava a arena num grande lago.
Em sua construção foi usado mármore, ladrilho, tufo e pedra travertina.
Tinha capacidade para receber até noventa mil espectadores.
Foi danificado por um terremoto no começo do século V e restaurado posteriormente. No século XIII, foi usado como fortaleza militar. Entre os séculos XV e XVI foi alvo de saqueadores, que levaram boa parte dos materiais valiosos da construção.
Em 2007, foi eleito como uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo.
É um dos pontos turísticos mais visitados da Itália.